Pessoas com deficiência no Brasil

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Qual o lugar de pessoas com deficiência no Brasil? A resposta para esta pergunta deveria ser bem simples: Todo e qualquer lugar, porque somos todos iguais! Mas infelizmente, o Brasil ainda não é este país. Segundo dados recentes do IBGE, 6,2% de nossa população tem algum tipo de deficiência. Seja ela física, auditiva, visual ou intelectual.

O que será que falta para sermos um país com melhor acessibilidade, sendo que boa parte dessas pessoas apresenta um grau muito intenso de limitações?

Pessoas com deficiência no Brasil

Em linhas gerais, é notório, o Brasil evoluiu muito nos últimos anos, mas infelizmente, ainda não temos um lugar que seja plenamente acessível aos deficientes. O que se vê é só a ponta do iceberg. Projetos que causam uma certa animação num primeiro momento, mas que não saem da ponta do lápis.

O planejamento, ao se falar sobre pessoas com deficiência em nosso país, ainda é muito raso. Fala-se pouco no longo prazo. O imediatismo não ataca o foco do problema. Algumas cidades pequenas e grandes, apresentaram algumas evoluções, mas que ainda é muito pouco. Além de equipamentos, as pessoas precisam estar preparadas para atender bem os deficientes.

Pessoas com deficiência no Brasil

Por mais acessibilidade às pessoas com deficiência no Brasil?

O Brasil precisa, urgentemente, seguir o desenho universal para poder se planejar verdadeiramente. O deficiente não apenas precisa entrar em um ônibus. Ele precisa ter a liberdade de ir e vir pela cidade toda. Não se pode pensar em projetos apenas de forma paralela. Qualquer projeto em si já deve levar em consideração os deficientes físicos.

Por mais inclusão social

Um lugar sem acessibilidade não é um lugar de todos. A começar pelas barreiras físicas impostas pela cidade em que reside um cadeirante. Agora, imaginemos um lugar que respira acessibilidade. Esse lugar, com certeza, promove mais o respeito entre as pessoas, porque elas entendem que aquela cidade foi pensada para deficientes, também. Somos todos iguais e é assim que deve ser no dia a dia.

O que fazer para que tenhamos mais inclusão social?

A mídia, a inclusão nas escolas e investimentos do governo devem, urgentemente, focar nessa direção. Já foram dados alguns passos, mas isso precisa continuar com mais força e planejamento. É importante lembrar que, historicamente, a humanidade discrimina pessoas com deficiência. O que, claro, é totalmente equivocado. Isso precisa ser desconstruído, insistentemente, dia após dia, sem interrupções.

A visão popular acerca do assunto, precisa e pode melhorar, porque, por exemplo, ainda há quem trate deficientes com uma negatividade absurda. Pessoas com deficiência é um assunto de prioridade máxima em nosso país. Não podem ficar pra depois. Basta um breve exercício de se colocar no lugar dos outros. Quando te fazem o bem você se sente bem produtivo e feliz. Se você é deficiente, deve entender bem o que estamos falando: Tratar um aos outros com pleno respeito, de humano para humano. Somos todos iguais.

As diferenças começam em um projeto que não sai do papel. O respeito e a acessibilidade começa no planejamento a longo prazo, com ações concretas, seguindo modelos que dão certo em outros países.

Mas claro que cada um pode fazer a sua parte, deixando de estacionar em vaga para deficientes, por exemplo. A atitude de cada um é um sinal de respeito que deve, claro, existir. Mas poderíamos e podemos ser um país com muito mais acessibilidade, isso sem dúvidas.

Torcemos para que as Paralimpíadas do Rio sejam uma forma de incentivo para que cidades respeitem mais as pessoas com deficiência física.

Pergunta: Como está sua cidade, hoje, em termos de acessibilidade? Esperamos que tenha gostado deste conteúdo sobre pessoas com deficiência em nosso país. Nossa voz precisa ser ouvida!

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